19 de abril de 2024
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Apreensão de drogas cresce 12% e chega a 250 toneladas de janeiro a novembro no Estado

As forças de segurança do Estado de São Paulo apreenderam 250,4 toneladas de entorpecentes de janeiro a novembro. O número representa uma alta de 12% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram apreendidas 223 toneladas. Número é o terceiro maior da história para o período de 11 meses. Apenas no mês de novembro, 9,8 toneladas de drogas foram apreendidas no Estado. A quantidade registrada nos 11 meses do ano é a terceira maior da história, atrás apenas das apreensões de 2020 e 2021.

Uma das últimas apreensões ocorreu dia 19 de dezembro em Marília, quando a polícia flagrou o descarregamento de 400 Kg de maconha em uma chácara da cidade.

O número é resultado do empenho das polícias, que desenvolvem ações constantes em todo o Estado para localizar entorpecentes e prender traficantes. Somente nas 3 fases da Operação Impacto SULMaSSP – realizada em conjunto com equipes do Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – foram apreendidas 21,3 toneladas de entorpecentes.

Outras estatísticas

Outro destaque no acumulado do ano foi o crescimento de 6% no número de pessoas presas e apreendidas, que passou de 162.468 para 172.223. No último mês, a alta foi de 13%, de 13.335 para 15.070.

No mês de novembro, 5.639 veículos foram recuperados, 55,2% a mais do que no mesmo mês do ano passado, quando foram 3.633. De janeiro a novembro foram 43.274 veículos recuperados, o que representa alta de 13,4% em relação a 2022.

O número de armas ilegais recolhidas também subiu de janeiro a novembro. Foram 10.487, 12,6% do que em 2022.

Ocorrências

Em novembro os roubos de veículos caíram 22,2% em relação ao mesmo mês em 2022. Houve queda também de 9% no acumulado do ano.

Os furtos de veículos, por sua vez, também tiveram queda significativa em ambos os comparativos. Em novembro a redução foi de 10,4%. No acumulado do ano a queda ficou em 2,2%.

Os índices de homicídios dolosos caíram 4,1% em novembro. Já no acumulado do ano, a queda foi ainda maior, de 10,9% na comparação com o ano passado.

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